Ae galera do Peixes Estranhos,valeu pelo convite.Vou postar um video q fiz usando poema do Pessoa e uma otima canção dilacerante do radiocabeça.
Enjoy it.
domingo, 23 de dezembro de 2007
Radiohead - Jigsaw Falling Into Place
Queridos e estimáveis Peixes:
É com muita satisfação que me sento nesta cadeira, ao som de Last Flowers, no intuito de reavivar este nosso espaço que, durante algumas semanas seguidas, foi nossa válvula de escape, solucionadora e amenizadora das piras as quais todos nós, simultâneamente, nos envolvemos no decorrer do segundo semestre deste ano!
É sabido, por todos nós, que fomos tomados por outros afazeres pungentes e vícios impregnantes e desvencilhantes DEMAIS, e que essas outras obrigações acabaram nos deixando longe dos posts e das análises das músicas Thom-Yorkeanas.
Minha proposta neste momento, meus caros, pegando carona neste maravilhoso espírito natalino, é de que voltemos!
E, para começar a apoteose de sensações analísticas Radioheadianas, postarei um texto do meu mais novo amigo e fã purulante de Radiohead, meu estimadíssimo Rogério! (Danilo, mano... acho que achei um cara MAIS fã de Radiohead do que você nesse mundo, hehehe). Depois deste post inaugural, convido-o a fazer parte da Equipe do Peixes Estranhos, na intenção de engrossar o nosso caldo sensorial analítico!! Topas??
Vamos ao texto, sem edições. Vou colar exatamente como me foi enviado, no meio da madrugada, já em altos níveis de alucinação e loucura: fluxo de consciência, inconsciência, sensores, 1, 2, 3, já:
"... ouço o barulinho musical da agua ao fundo.Gotas q se equilibram nos telhados sendo substituidas do seu momento efemero de uno,uma apos a outra,caidas desse ceu de nuvens caliginosas q pesa sobre mim.O cenario é surreal.Me sinto transportado para um mundo onirico, como numa pintura de Dali.O piano de "last flowers" ,lancinante,como pensamentos plangentes vindo a tona.Relief and believe.Amargo,olho pra mim mesmo e tento saber se sou oq penso q sou.Em q momento decidi ser oq me tornei?O final dessa musica me traz um recordação de "karma police". "It's too much, too bright, too powerful...." ai vc ouve o fim de "karma police"... "phew for a minute there I lost my self..." Colher pensamentos bruxuleantes plantados em seu subconsciente fertil.Ter vislumbres das inebriantes paisagens noturnas na janela de um onibus.O ceu é fabuloso na escuridão.E eu um noctivago.As piras radiohedianas são fantasticas e quanto melhor o cenario,melhor a viagem.O melhor entendimento de um sentimento controverso. "It's too much, too bright, too powerful...." Sim,os cenarios são tudo isso. "And i can't face the evening straightAnd you can offer me escapeHouses live and houses speak..." Uma casa sem amor é um casa sem vida nem conversa.Digo de um lar.Quem não sabe lidar com isso prefere a companhia muda de si mesmo.Cala-se introspectivo e taciturno e apenas ouve: "relief, believe, relief, believe....." É disso q preciso.Quem podera oferecer alguma fuga das sensações com as quais não se aprende lidar?Fuga,se ha ainda não conheço.Mas existem os paliativos.Um lugar ermo onde possa ter uma visão estupefaciante do ceu e "last flower" altissonante num mp3.Me deito e me eskeço q sou eu.Deixo-me respirar e por alguns momentos sou apenas mundo..."
Agora a performance da música, pra quem ainda ão conhece e pra quem já conhece demais:
http://www.youtube.com/watch?v=WDdleGysNys
Hey Fishes, opinions are expected!
Sucesso, e que venham os posts Farseantes-Natalinos!
É com muita satisfação que me sento nesta cadeira, ao som de Last Flowers, no intuito de reavivar este nosso espaço que, durante algumas semanas seguidas, foi nossa válvula de escape, solucionadora e amenizadora das piras as quais todos nós, simultâneamente, nos envolvemos no decorrer do segundo semestre deste ano!
É sabido, por todos nós, que fomos tomados por outros afazeres pungentes e vícios impregnantes e desvencilhantes DEMAIS, e que essas outras obrigações acabaram nos deixando longe dos posts e das análises das músicas Thom-Yorkeanas.
Minha proposta neste momento, meus caros, pegando carona neste maravilhoso espírito natalino, é de que voltemos!
E, para começar a apoteose de sensações analísticas Radioheadianas, postarei um texto do meu mais novo amigo e fã purulante de Radiohead, meu estimadíssimo Rogério! (Danilo, mano... acho que achei um cara MAIS fã de Radiohead do que você nesse mundo, hehehe). Depois deste post inaugural, convido-o a fazer parte da Equipe do Peixes Estranhos, na intenção de engrossar o nosso caldo sensorial analítico!! Topas??
Vamos ao texto, sem edições. Vou colar exatamente como me foi enviado, no meio da madrugada, já em altos níveis de alucinação e loucura: fluxo de consciência, inconsciência, sensores, 1, 2, 3, já:
"... ouço o barulinho musical da agua ao fundo.Gotas q se equilibram nos telhados sendo substituidas do seu momento efemero de uno,uma apos a outra,caidas desse ceu de nuvens caliginosas q pesa sobre mim.O cenario é surreal.Me sinto transportado para um mundo onirico, como numa pintura de Dali.O piano de "last flowers" ,lancinante,como pensamentos plangentes vindo a tona.Relief and believe.Amargo,olho pra mim mesmo e tento saber se sou oq penso q sou.Em q momento decidi ser oq me tornei?O final dessa musica me traz um recordação de "karma police". "It's too much, too bright, too powerful...." ai vc ouve o fim de "karma police"... "phew for a minute there I lost my self..." Colher pensamentos bruxuleantes plantados em seu subconsciente fertil.Ter vislumbres das inebriantes paisagens noturnas na janela de um onibus.O ceu é fabuloso na escuridão.E eu um noctivago.As piras radiohedianas são fantasticas e quanto melhor o cenario,melhor a viagem.O melhor entendimento de um sentimento controverso. "It's too much, too bright, too powerful...." Sim,os cenarios são tudo isso. "And i can't face the evening straightAnd you can offer me escapeHouses live and houses speak..." Uma casa sem amor é um casa sem vida nem conversa.Digo de um lar.Quem não sabe lidar com isso prefere a companhia muda de si mesmo.Cala-se introspectivo e taciturno e apenas ouve: "relief, believe, relief, believe....." É disso q preciso.Quem podera oferecer alguma fuga das sensações com as quais não se aprende lidar?Fuga,se ha ainda não conheço.Mas existem os paliativos.Um lugar ermo onde possa ter uma visão estupefaciante do ceu e "last flower" altissonante num mp3.Me deito e me eskeço q sou eu.Deixo-me respirar e por alguns momentos sou apenas mundo..."
Agora a performance da música, pra quem ainda ão conhece e pra quem já conhece demais:
http://www.youtube.com/watch?v=WDdleGysNys
Hey Fishes, opinions are expected!
Sucesso, e que venham os posts Farseantes-Natalinos!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Ecce
Eis Bodysnatchers, pra quem não conhece.
I do not
Understand
What it is
I've done wrong
Full of holes
Check for pulse
Blink your eyes
One for yes
Two for no
I have no idea what I am talking about
I am trapped in this body and can't get out
Ooooohhhh
You killed the sound
removed backbone
A pale imitation
With the edges
Sawn off
I have no idea what you are talking about
Your mouth moves only with someone's hand up your ass
Ooooohhhh
Has the light gone out for you?
Because the light's gone for me
It is the 21st century
It is the 21st century
It can follow you like a dog
It brought me to my knees
They got a skin and they put me in
They got a skin and they put me in
All the lines wrapped around my face
All the lines wrapped around my face
And for anyone else to see
And for anyone else to see
I'm a lie
I've seen it coming
I've seen it coming
I've seen it coming
I've seen it coming
I do not
Understand
What it is
I've done wrong
Full of holes
Check for pulse
Blink your eyes
One for yes
Two for no
I have no idea what I am talking about
I am trapped in this body and can't get out
Ooooohhhh
You killed the sound
removed backbone
A pale imitation
With the edges
Sawn off
I have no idea what you are talking about
Your mouth moves only with someone's hand up your ass
Ooooohhhh
Has the light gone out for you?
Because the light's gone for me
It is the 21st century
It is the 21st century
It can follow you like a dog
It brought me to my knees
They got a skin and they put me in
They got a skin and they put me in
All the lines wrapped around my face
All the lines wrapped around my face
And for anyone else to see
And for anyone else to see
I'm a lie
I've seen it coming
I've seen it coming
I've seen it coming
I've seen it coming
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Invasores de Corpos
Atendo a um pedido peixístico de dois posts atrás.
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Explicar poesia - ainda mais a de uma música como Bodysnatchers - é tarefa que pode resvalar num ridículo semelhante ao daquele arquetípico chato que vive explicando piadas. Vou tentar, no entanto, sabendo que o que eu fizer aqui pode soar como o Piada em Debate, da TV Pirata.
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Invasion of the Body Snatchers é um clássico do cinema de ficção científica. Rodada em 1956, a história de uma singular invasão alienígena sofreu diversas outras adaptações e remakes. Uma delas, mais ou menos recente, era habitué do desesperador Domingo Maior da Globo - a história não será estranha para muitos, portanto. O argumento central do filme é a sorrateira invasão de alienígenas que tornam-se duplicatas de seres humanos. A versão de que me lembro mais vivamente retrata as duplicatas como seres de comportamento anestesiado, cujos impulsos se voltavam única e exclusivamente para a manutenção e expansão de seu próprio sistema. As duplicatas, "pálidas imitações com as extremidades decepadas", agiam de modo a apagar a individualidade em busca de uma maneira normal de agir, pensar e sentir: A pale imitation / With the edges / Sawn off.
À exceção do possível teor de alerta ao comunismo da primeira versão, Thom Yorke segue a metáfora dos filmes. Bodysnatchers é um estridente despertador que teima em tocar nos ouvidos de uma sociedade cujos indivíduos trabalham em conjunto para a manutenção de seu próprio estado vegetativo: Check for pulse / Blink your eyes / One for yes / Two for no. No entanto - e eis o que distingue as letras do Radiohead - Yorke mostra-se também imerso no coma, ele mesmo tentando escapar sem saber como - e falhando: I have no idea what I am talking about / I am trapped in this body and can't get out.
Has the light gone out for you? / Because the light's gone out for me / It is the 21st century / It is the 21st century, lamenta Thom Yorke. "Vocês não são máquinas, são homens!", insta Chaplin no emotivo discurso final de O Grande Ditador. A escuridão que ameaçava o mundo de Chaplin era o nazi-fascismo, que prometia enterrar os mais acalentados ideais iluministas. Qual é a escuridão do século 21? Em Bodysnatchers, é exatamente o fato de que tornamo-nos cada vez mais máquinas, ou melhor, cada vez mais engrenagens dóceis de uma grande e poderosa máquina. Porém, sinal dos tempos, ao passo em que Chaplin ainda tinha motivos para bradar "vocês, as pessoas, têm o poder, o poder de criar máquinas, o poder de criar a felicidade, (...) de fazer dessa vida uma aventura maravilhosa", o grande esquema das coisas do século 21 é inescapável e não dá espaços para otimismo, como percebe Yorke: It can follow you like a dog / It brought me to my knees / They got a skin and they put me in / They got a skin and they put me in.
Bodysnatchers é, em última análise, um reflexo do próprio In Rainbows e mesmo das questões que envolveram seu lançamento. Em primeiro lugar, In Rainbows é o contrário de Kid A e Amnesiac. Enquanto os dois últimos simbolizaram uma fuga genial aos padrões, In Rainbows se assemelha a uma tentativa de responder aos padrões, brincando com as regras do jogo, mas respeitando boa parte delas. Algumas de suas músicas são claramente pop - não aquele pop de rádio mas, ainda assim, pop. Em segundo lugar, o lançamento pela internet com preço sugerido pelo cliente não é, como pensam alguns, um engôdo oportunista ou, como pensam outros, um gesto quase altruísta da banda. É uma forma de desrespeitar algumas das regras mais sórdidas sem jogar fora a maior e inescapável: ganhar dinheiro (muito embora tenha parecido que o Radiohead não se importe com dinheiro). O final de Bodysnatchers é o exemplo de toda essa ironia e ambivalência: And for anyone else to see / I'm a lie.
Parece dizer-nos: essa é vida que temos que viver, mas viva-se discordando dela. Reconhecer as fraquezas do grande esquema é o primeiro passo para que, se não nós, outros que virão possam implodí-lo. I've seen it coming, I´ve seen it coming...
O encarte oficial
Já que hoje fiquei sem World of Warcraft, aqui vai de presente para todos os Peixes e amigos e familiares e desconhecidos o scan do encarte oficial de In Rainbows.
Agora dá pra entender Reckoner.
Agora dá pra entender Reckoner.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Só nos faltam as espinhas!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
????
Alguma coisa em Bodysnatchers me incomoda. Ainda não consigo definir o que é. Talvez porque não entendi muito bem o que a música sugere.
A única sensação que - para mim - está completamente explícita, é o desespero.
Estaria falando de controle? De poder?
Quem são os "eles" que trancafiaram-no?
Mas o que estaria chegando?
Bem, não sei de mais nada. Espero que algum outro peixe me auxilie nessa pira.
De uma coisa eu sei e concordo com Thom:
"Não faço idéia sobre o que estou falando
Estou preso nesse corpo e não consigo sair"
Sobre a foto: Muito embora nossos olhos nos enganem, eu não pretendo fazer o mesmo.
A foto foi uma simulação da queda de um homem no 11 de setembro.
Tratava-se do artista performático chamado David Janiak.
Como podemos concluir, meus caros: Tudo não se passa de uma grande ilusão
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Here I'm allowed
everything out of the time!
I'm here, I'm really here!
E vou começar a compartilhar minhas piras radioheadianas! Piras essas que surgiram há poucos meses, assim como surgiu em mim, mesma época, uma outra pessoa, morando em outro lugar, pensando em outras coisas, fazendo outras coisas...
Espero passar o choque inicial... ou, pelo menos, o choque dos últimos quatro dias, em que a sonoridade alucinante (perfeito para um primeiro adjetivo, não?) de Tom York potencializou-se em gênero, número e grau, entrando por meus ouvidos inebriados, desencadeando sinápses neurais, sangue vermelho nas veias, semi-taquicardia, pêlos enrijecidos, riso, olfato, visão, paladar... a dor fininha que há anos tento explicar, the rain drops!
Sim, eu estou frenética em Radiohead.
E voltarei em breve, com outras interpretações contestáveis!
everything out of the time!
I'm here, I'm really here!
E vou começar a compartilhar minhas piras radioheadianas! Piras essas que surgiram há poucos meses, assim como surgiu em mim, mesma época, uma outra pessoa, morando em outro lugar, pensando em outras coisas, fazendo outras coisas...
Espero passar o choque inicial... ou, pelo menos, o choque dos últimos quatro dias, em que a sonoridade alucinante (perfeito para um primeiro adjetivo, não?) de Tom York potencializou-se em gênero, número e grau, entrando por meus ouvidos inebriados, desencadeando sinápses neurais, sangue vermelho nas veias, semi-taquicardia, pêlos enrijecidos, riso, olfato, visão, paladar... a dor fininha que há anos tento explicar, the rain drops!
Sim, eu estou frenética em Radiohead.
E voltarei em breve, com outras interpretações contestáveis!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Retire a Música
Exit Music
Nada boba, nada ingênua.
Fala de amor. Amor que deveria ser impraticável, mas que se efetiva, mesmo que aos olhos derradeiros.
Simplesmente amor. Pendor do afeto, da afeição, do desejo, da alma...
Bem, deixe-me pôr os pés no chão...
Embora eu até goste um pouco de Baz Luhrmann, pelo emocionante e maravilhoso Moulin Rouge, não gostei da sua adaptação de Romeu e Julieta. Ainda prefiro o antigão, ambientado em época elizabetheana.
Mas enfim, a dita música fazia parte da trilha sonora do filme adaptado por Luhrmann.
Mas como resisto aos meu gostos, preferi (e encontrei ainda) colocar um vídeo postado por quarrel84 no bendito do Youtube.
As imagens são da versão de Franco Zeffirelli (o antigão que falei acima) Um clássico de 1968.
Nada boba, nada ingênua.
Fala de amor. Amor que deveria ser impraticável, mas que se efetiva, mesmo que aos olhos derradeiros.
Simplesmente amor. Pendor do afeto, da afeição, do desejo, da alma...
Bem, deixe-me pôr os pés no chão...
Embora eu até goste um pouco de Baz Luhrmann, pelo emocionante e maravilhoso Moulin Rouge, não gostei da sua adaptação de Romeu e Julieta. Ainda prefiro o antigão, ambientado em época elizabetheana.
Mas enfim, a dita música fazia parte da trilha sonora do filme adaptado por Luhrmann.
Mas como resisto aos meu gostos, preferi (e encontrei ainda) colocar um vídeo postado por quarrel84 no bendito do Youtube.
As imagens são da versão de Franco Zeffirelli (o antigão que falei acima) Um clássico de 1968.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
No limbo
Palavras inspiradas por In Limbo, do Kid A.
É não existir
E viver morto
É nascer e morrer
E viver, nascer e morrer
E ressurgir e desaparecer
É como se existisse
É como se fosse óbvio
É não gostar do filho
É temer o nada
É a ignorância confessa
É um mundo fantástico
É uma mensagem ilegível
É uma virgem grávida
É uma abdução periódica
É o limbo
I'm lost at sea
Don't bother me
I've lost my way
I've lost my way
You're living in a fantasy world
The most beautiful world
É não existir
E viver morto
É nascer e morrer
E viver, nascer e morrer
E ressurgir e desaparecer
É como se existisse
É como se fosse óbvio
É não gostar do filho
É temer o nada
É a ignorância confessa
É um mundo fantástico
É uma mensagem ilegível
É uma virgem grávida
É uma abdução periódica
É o limbo
I'm lost at sea
Don't bother me
I've lost my way
I've lost my way
You're living in a fantasy world
The most beautiful world
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